Redes sociais: a máquina de criar rebanhos

Tenho para mim que quando as gerações futuras olharem para trás, enxergarão a nossa época como sendo aquela que marcou o surgimento das “redes sociais”. Sem dúvida, a capacidade de conectar as pessoas em uma velocidade assombrosa é algo inédito em nossa história, o que faz das redes sociais uma verdadeira máquina de criar massas... Continue lendo →

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Nesta crise uma coisa ficou evidente….

Nesta crise uma coisa ficou evidente: parte da população brasileira encontra-se numa espécie de surto de confusão mental, num quadro típico de ambivalência emocional...um comum sintoma de vários transtornos psicóticos....Como explicar o desejo simultâneo de coisas tão contrastantes??? Os exemplos são vários....

O relógio marca 4 horas…

O relógio marca 4 horas. O Sol se aproxima do horizonte e traz a certeza da noite que o sucede. Continuo o meu caminho por esta estrada tortuosa, deixando pegadas que em breve o tempo apagará. Diante de mim, apenas o mistério da próxima curva. Como parte desta paisagem efêmera, me distraio com o som... Continue lendo →

De qual matéria-prima somos feitos?

Aqui estou, mero rascunho de algo que não conheço... Cansado do vazio e da infinidade de nadas, nos quais o ornamental assume-se como o essencial. Toda civilidade se apresenta como uma fina camada de verniz, que com um simples arranhão se fere. Afinal, de qual matéria-prima somos feitos? A procuro….

O desejo por armas, o sentimento de impotência e o medo da castração: uma breve reflexão sobre uma temática atual

Prezados, gostaria de apresentar uma breve reflexão sobre um tema atual que tem despertado uma calorosa discussão nas redes sociais: armar ou não a população. Atualmente é bem evidente que, diante uma criminalidade epidêmica, alguns clamem pelo direito de se armar, vendo nisto uma possibilidade de auto-defesa e de redução da violência. No entanto, pelo... Continue lendo →

Pela cidade, caminho…

Pela cidade, caminho... Chove, mas tudo é árido. O sol brilha, mas tudo é sombra. A noite desejo as estrelas, mas as luzes nunca se apagam. Há vozes, mas não dizem nada. Só me resta caminhar. Não sei para onde, apenas caminhar. Pela cidade, caminho... Mas tudo continua no mesmo lugar.

Mistérios…

Talvez, a realidade seja algo grande demais para que possamos entende-la em sua integralidade. Afinal, quem somos nós senão pequenas ilhas de convicções isoladas num oceano de mistérios??? RIP Stephen Hawking

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