…não me atormento com o que não tenho…

— Não, você é que é um homem feliz. Tudo o que ama, você tem. Gosta de cavalos, e tem; gosta de cães, e tem; de caça, e tem; de terras para cultivar, e tem. — Talvez porque eu me regozijo com o que tenho e não me atormento com o que não tenho —... Continuar Lendo →

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A velocidade da luz…

Segundo os físicos, se pudéssemos viajar a velocidade da luz seríamos esmagados por forças gravitacionais absurdas… Mas em nossa breve existência, também não estaríamos sujeitos à força esmagadora de nossas próprias experiências? E neste contexto, nosso caráter não seria mais resultado da ausência de certas experiências do que aquilo que de fato experimentamos? Reflexões pós... Continuar Lendo →

Quando nada é tudo…

“Nada”, escrito por uma precoce Carmen Laforet, quando tinha apenas 23 anos, me tocou pela dimensão que se dá à insignificância em nossa vida. De fato, em grande parte de nossa breve existência, é no contexto de um imenso vazio que almas se entrelaçam e se dá o alcance das palavras. Quando nada é tudo,... Continuar Lendo →

Rápido e Devagar…

Finalizada a leitura! Daniel Kahneman nos faz refletir que, por mais que acreditemos em nossa racionalidade, a maior parte das escolhas que fazemos ocorre a partir de um nível extremamente superficial de consciência, numa condição de conforto cognitivo, de forma puramente associativa em relação a experiências pretéritas. Kahneman mostra ao longo desta obra que o... Continuar Lendo →

Como as democracias morrem

Diante das atuais circunstâncias, recomendo a leitura de “Como as Democracias Morrem”, escrito pelos professores de Harvard, Steve Levitsky e Daniel Ziblatt. Ao contrário da pirotecnia de golpes armados de tempos atrás, recentemente democracias do mundo inteiro têm sucumbido de forma mais sutil. Crises econômicas têm sido terreno fértil para “outsiders”, que se apresentam como... Continuar Lendo →

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