Quando nada é tudo…

“Nada”, escrito por uma precoce Carmen Laforet, quando tinha apenas 23 anos, me tocou pela dimensão que se dá à insignificância em nossa vida. De fato, em grande parte de nossa breve existência, é no contexto de um imenso vazio que almas se entrelaçam e se dá o alcance das palavras. Quando nada é tudo,... Continuar Lendo →

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“Nosso entendimento ilumina o mundo apenas de um jeito escasso…”

"Nosso entendimento ilumina o mundo apenas de um jeito escasso. Na zona cinzenta de suas fronteiras, reside tudo que é paradoxal. Evitemos aceitar esses espectros de forma autônoma, como se estivessem abrigados fora da mente humana, ou ainda pior, não cometamos o erro de observá-lo como erro evitável que poderia nos seduzir, executar o mundo... Continuar Lendo →

Duplicidade…

Adquiri recentemente o livro Contos de Anton Tchekhov, versionado para o português por Tatiana Belink. No primeiro texto, "A senhora com o cachorrinho", uma ótima reflexão sobre a duplicidade da existência humana...Uma duplicidade expressa por um vida pública, exterior, pautada nas aparências e uma vida privada, interior, pautada em nossa essência. Como também escreveu Machado... Continuar Lendo →

Medo da morte ou vontade de morrer?

Eu disse ao médico, que vinha todos os dias: “Ele tem uma excepcional vontade de viver, não tem?” “Acha que é isso? Eu diria que é um enorme medo de morrer.” “Existe alguma diferença?” “Céus, é claro! O medo não lhe dá forças, pelo contrário, esgota-o”. Trecho de “Retorno a Brideshead”, escrito por Evelyn Waugh,... Continuar Lendo →

Até que ponto um crime se justifica?

Até que ponto um crime se justifica? Está é a reflexão que nos faz pensar Fiodor Dostoiévski em Crime e Castigo, um dos clássicos da literatura universal. Publicada em 1866 e ambientada em São Petersburgo, a obra narra a vida do jovem Rodion Romanovich Raskolnikov, um ex-estudante de direito, que, por ser fiel até as... Continuar Lendo →

Mentiras e verdades….

"Mentir é o único privilégio humano perante todos os organismos. Mentindo é que chega à verdade! Sou homem, por que estou mentindo" . Num momento de embriaguez (lucidez?!), Razumikhin, em Crime e Castigo, nos faz questionar o que realmente mais nos aproxima da realidade: verdades impostas por outros ou mentiras que são de fato nossas?... Continuar Lendo →

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