O quanto ainda existe em você da criança que um dia foi?

Ler Rubem Alves é uma delícia. Faço isto para relaxar, para dar um tempo no trabalho. Tenho comigo agora "Do Universo a Jabuticaba". Vários textos tratam da infância, uma época que não temos preocupações e nem os calos doloridos que a vida nos dá...um paraíso na Terra (não teria Deus criado Adão e Eva como crianças?)!... Continuar Lendo →

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Nenhum rio é por si mesmo grande e abundante

Certa vez Nietzsche escreveu que "Nenhum rio é por si mesmo grande e abundante; é o fato de receber e levar adiante muitos afluentes que o torna assim." Realmente, nas margens de um rio temos sempre a impressão mais imediata.... Se é fundo ou raso, Com águas calmas ou agitadas, Com águas barrentas ou cristalinas.... Continuar Lendo →

Amor e dualidade

"Amor e dualidade. — O que é o amor, senão compreender que um outro viva, aja e sinta de maneira diversa e oposta da nossa, e alegrar-se com isso? Para superar os contrastes mediante a alegria, o amor não pode suprimi-los ou negá-los. — Até o amor a si mesmo tem por pressuposto a irredutível... Continuar Lendo →

Dentes de serpente

"Se temos ou não um dente de serpente, não se sabe até que alguém ponha sobre nós o calcanhar. (....) Nosso caráter é determinado mais ainda pela falta de certas experiências do que pelo que experimentamos." Do aforismo 36, de Humano, demasiado humano II, de Nietzsche

Superficialidade de consciência

Penso que todo discurso carregado de verdades e valores morais absolutos, como os de alguns políticos, tem como origem alguém aprisionado em seu próprio emaranhado de significados, que representam sua pobre superficialidade de consciência. Como diz Nietzsche, em "A Gaia Ciência", damos muito mais importância aos nomes das coisas do que elas de fato são.... Continuar Lendo →

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