Quando nada é tudo…

“Nada”, escrito por uma precoce Carmen Laforet, quando tinha apenas 23 anos, me tocou pela dimensão que se dá à insignificância em nossa vida. De fato, em grande parte de nossa breve existência, é no contexto de um imenso vazio que almas se entrelaçam e se dá o alcance das palavras. Quando nada é tudo,... Continuar Lendo →

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Viver a parte, como sendo o todo…

"…ao longo de quase dez anos mortos fui conduzido por uma estrada aparentemente cheia de mudança e incidentes…. Mas, apesar desse isolamento e dessa longa estrada em terra estanha, permaneci o mesmo. Eu continuava a ser apenas parte de mim, fingindo ser o todo….” — Trecho de “Retorno a Brideshead”, de Evelyn Waugh. Não raramente,... Continuar Lendo →

Medo da morte ou vontade de morrer?

Eu disse ao médico, que vinha todos os dias: “Ele tem uma excepcional vontade de viver, não tem?” “Acha que é isso? Eu diria que é um enorme medo de morrer.” “Existe alguma diferença?” “Céus, é claro! O medo não lhe dá forças, pelo contrário, esgota-o”. Trecho de “Retorno a Brideshead”, escrito por Evelyn Waugh,... Continuar Lendo →

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